Mitos e verdades sobre o Intercâmbio!

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** Este post faz parte de uma blogagem coletiva encabeçada pelo pessoal do blog Sobre Administração. Resolvemos participar porque o tema é muito bacana e pode ajudar muita gente que passa por aqui. Participe!  **

 

STB – Student Travel Bureau, empresa líder no segmento de turismo jovem e educação internacional, criou uma ação em sua fanpage para incentivar as pessoas a debater os mitos e verdades sobre o intercâmbio. Muito bacana, não? Leia abaixo e saiba mais:

 Como funciona

O STB lançou esta semana um espaço para debater os Mitos e Verdades sobre o intercâmbio numa aba especial de sua página no facebook. A idéia é criar uma discussão sobre as impressões que pais e filhos têm sobre as aventuras de um intercâmbio. Comandando toda a discussão, teremos o Maestro Billy representando os pais e a Vick (sua enteada) os filhos.

 A cada dois dias uma pergunta ou afirmação sobre o tema será publicada nesta aba especial, sempre mostrando a opinião do convidado à respeito da questão do dia. Na página vocês poderão manifestar sua opinião através do botão curtir e do campo de comentários, para poderem participar efetivamente do debate. O resultado desta importante discussão dará origem a um vídeo case muito bacana produzido pelo STB.

Confira abaixo alguns dos mitos e verdades que serão debatidos na página do STB no Facebook:

  • Intercâmbio é valorizado pelo mercado de trabalho;
  • É melhor fazer intercâmbio depois que se formar do que durante o ensino médio;
  • Intercâmbio é muito mais do que aprender um idioma;
  • É mais caro estudar ensino médio no exterior que no Brasil;
  • E muito mais!

Com esta iniciativa, o STB busca repensar “verdades e mitos” sobre seu principal produto, o intercâmbio, propondo-se, inclusive, a mudar posturas e/ou formatos se esta necessidade ficar clara após o debate.

Como participar

Participar é muito simples e divertido! Basta acessar a página do STB no Facebook e interagir com diversas pessoas com interesses comuns, tirando todas as suas dúvidas sobre o intercâmbio.

 Blogagem coletiva: Deixamos também o convite para que vocês divulguem este projeto em seus blogs, contando um pouco da idéia para seus leitores e incentivando-os a participar desta blogagem coletiva com a gente! É só criar um post falando sobre o debate promovido pelo STB em seu blog.  Quanto mais gente participar, melhor!

 E aí, gostaram da idéia? Então vamos lá pessoal, participem!

Mais do que produtos… pessoas e histórias.

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O Sebrae/SC e o Beiramar Shopping promovem entre os dias 20 de janeiro e 20 de fevereiro o Aroma, Sabor e ArteCatarina. Um evento que reúne produtos artesanais de diversos municípios de Santa Catarina. Como eu adoro artesanato fui conferir a abertura.

É uma diversidade de produtos cheios de delicadeza e bom gosto. Comercializam desde objetos de decoração, até chocolates, mel, cachaça. Até mesmos os móveis – com um acabamento impecável – nos quais estão dispostos os produtos, foram colocados à venda.

Um toque à organização, os promotores muito simpáticos e prontos a atender os visitantes e compradores. Pecaram em um detalhe, nem todos os envolvidos sabiam falar sobre os produtos.  Entretanto, praticamente todos artesanatos têm uma etiqueta explicando o tipo de insumo utilizado na produção.

O local muito bem decorado e de  fácil visualização. E o mais legal: o conceito de sustentabilidade, além do conceito “pessoas e histórias“. Não são simples produtos, é transparente cada história contida em cada detalhe dos bonecos, toalhas, cadernos, acessórios, bolsas (cada uma mais linda que a outra), tapetes. Tudo muito fofo.

Eu voltei para casa com 1kg de mel, cookies de chocolate com avelã (para o namorado) e um risque rabisque.

Pessoal de Floripa, vamos comparecer! Os turistas estavam fazendo festa hoje: argentinos, japoneses, nordestinos, paulistas, gaúchos. Galera levando o nome de Santa Catarina e dos artesãos para o mundo. E, se você é turista e pensando em qual lugar passar as férias. Escolha Florianópolis/SC. Apareçam lá, estará aberto todos os dias das 14h às 22h, até o dia 20 de fevereiro.

 

Siga o @Sebrae_SC e saiba mais.
Leia mais | Uma vitrine para o artesanato e agronegócio catarinense

Dharma e Neuromarketing: uma relação sustentável

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Encantar o cliente é e sempre foi a meta de todo profissional, especialmente o de marketing. Diversos recursos para que este objetivo fosse alcançado foram utilizados. Pesquisa de mercado, estudo do produto, distribuição, promoção e preço foram os pontos de partida para instalar a marca na mente do consumidor e mantê-lo ativo por tempo indeterminado.

Atualmente, muito mais do que encantá-lo, é necessário emocionar o consumidor. Devido às mudanças que ocorrem dia após dia, desde a tecnologia até a exigência do capitalismo, as organizações trabalham com o intuito de gerar emoção e sentimento na vida do cliente, enquanto consumidor da marca e produto. Para que este objetivo seja evidenciado e medido quantitativa e qualitativamente, os profissionais buscam novos recursos, entre eles o Dharma e o Neuromarketing.

Guiar a mente é o estilo de vida proposto pelo Budismo, e a isto chamam de Dharma. O principal objetivo do marketing é alcançar a mente do cliente. Para tanto, o Dharma auxilia o Marketing utilizando as emoções: recurso que gera um relacionamento sustentável entre quem compra e quem vende. Poucas empresas utilizam esta solução, dificilmente entendem que o marketing é muito mais do que uma guerrilha, é uma busca pelas percepções.

Diante da intensa oferta de produtos e serviços, o mercado consumidor facilmente troca de marca. Não há mais fidelidade de produto e a maioria não compreende a necessidade de manter um cliente fiel. Sabe-se que é muito mais caro buscar um cliente potencial do que cultivar cinco clientes reais. Sendo assim, é possível gerar um conflito psicológico antes mesmo de um indivíduo perceber uma necessidade. É neste ponto que o profissional deve trabalhar o Dharma: criar inconscientemente uma necessidade ainda não identificada, sem expectativas.

O Dharma trabalha com cinco dimensões: holística, que oferece uma gestão espiritualizada das relações; transparência associado à competência; proximidade (conhecer-se para entender o próximo); espírito de missão, ou seja, instituir os valores profundamente e; confiança, gerar um relacionamento coerente e calma mental. O mercado está mais propenso aos sentimentos e emoções, combinados com uma gestão sustentável. A mentalidade está evoluindo de acordo com as mudanças que ocorrem. A preocupação por um mundo melhor deve ser uma das metas de toda organização.

Em outro extremo, os profissionais têm como recurso o Neuromarketing. Diferente do Dharma que é provocado por situações subjetivas à utilização de uma marca e produto; o Neuromarketing utiliza recursos mecânicos para estudar a mente do consumidor.

É possível monitorar as emoções e sentimentos instigados durante uma experiência de compra ou diante de uma mensagem publicitária, por meio de aparelhos de ressonância magnética. Percebe-se que tanto o dharma quanto o neuromarketing têm o mesmo objetivo, diferem no modo como atingem a mente do consumidor. Acredita-se que juntos efetivam os resultados, possibilitam a utilização das mensagens certas. De modo correto os profissionais de marketing abordam a mente do consumidor de maneira natural e sustentável. Criam embalagens, produtos, cores, mensagens, serviços que efetivamente façam parte da vida do cliente e o emocionem.

No entanto, é necessário atenção às limitações. A barreira está justamente nas percepções, emoções pessoais e sócio-culturais inerentes a qualquer população. Por isso, uma pesquisa de marketing e mercado é fundamental para que as organizações não percam clientes e não gerem descrédito no seu público-alvo. Ainda não há estudos que comprovem a efetividade destes dois recursos, entretanto em pouco tempo os profissionais irão perceber a importância do gerenciamento das emoções e sentimentos, seja qual for o recurso utilizado, desde que a ética seja a palavra chave.

Inteligência Social. Ligue seu radar!

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Não é incomum conhecermos profissionais estáticos, inertes ao mundo. Produzem apenas o que lhes competem, não reciclam os conhecimentos e agem com visão limitada. Este tipo de indivíduo perde espaço em pouco tempo.

Cada um é responsável pelo seu desenvolvimento e sabe que para isto há uma infinidade de possibilidades e oportunidades, basta otimizar os objetivos, as metas e o tempo. Neste contexto, considero a Inteligência Social um dos fatores que propicia “abrir a caixinha” do eu interior para novas descobertas.

Inteligência ou competência social corresponde à capacidade de lidar com as pessoas, entender os seus sentimentos, os relacionamentos sociais e as convenções morais (Albrecht, 2006). Indivíduos com alta inteligência social possuem “radar social”, têm uma percepção mais apurada, são sensíveis aos acontecimentos, conseguem interagir com diferentes mundos e meios. É o que comumente chamam de uma pessoa socializada, ou anti-social, no entanto com uma abordagem voltada às relações profissionais.

Profissionais com baixo “teor” de inteligência emocional e social dificilmente conseguem se adequar às mudanças, são resistentes e não compreendem que o desenvolvimento advém da boa vontade em fazer alguma diferença, e normalmente não se deixam mudar. Atualmente, as empresas preferem contratar as pessoas que buscam diferenciação e relação interpessoal flexível, dentro e fora da organização.

Esta competência requer “radar social”, ou seja, estar atento de tal modo que possamos antever (percepção) características e perfis daqueles com quem lidamos e gerenciar a maneira como nos relacionaremos. Ao desenvolvermos esta inteligência criamos oportunidades de ampliar o networking (rede de relacionamentos) e interagir com culturas, pensamentos e profissionais diversos que, de alguma forma, transmitem conhecimento para a nossa “caixinha”.

Vivemos uma era de transformação, de informação, de evolução nos relacionamentos, fatos que oportunizam a busca por capacitação social, pessoal e profissional. Pesquisas revelam que 15% do sucesso resultam da competência técnica, enquanto 85% referem-se à habilidade de se relacionar com as pessoas e desenvolver o pensamento sistemático. Pode-se afirmar que esta é uma característica inerente ao nexialista. Nexialistas são indivíduos capazes de solucionar problemas relacionando variadas abordagens, são aqueles que não são bons em um ou outro departamento, mas possuem ampliado conhecimento do todo, responsáveis por trazer o nexo e o gerenciamento de informações às estratégias organizacionais. (Maiores informações indico o livro O Marketing na Era do Nexo por Walter Longo e Zé Luiz Tavares).

Infelizmente presenciamos recém-formados com alto conhecimento técnico, entretanto quando entram para o mercado de trabalho deparam-se com a dificuldade de se relacionar com outrem. É preciso bom senso, autoconhecimento e reavaliação dia após dia, é necessário C.H.A.: Conhecimento, Habilidade e Atitude. Sair da “caixinha” e buscar outras competências. Que mal há ser economista e fazer teatro?

Relacione-se, socialize, amplie, compreenda… VERBALIZE!

O que acontece quando as mulheres vão às compras?

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Engana-se quem acredita que a maioria das mulheres é mais consumista quando está na TPM. Não há dia nem hora, basta ter dinheiro na conta e disposição para caminhar de loja em loja. Sempre existe um motivo para ir às compras, mesmo que seja apenas gastar com o desnecessário. Não ter nada para fazer, desilusões amorosas, tédio num dia de sábado ou domingo, sair da rotina, achar que precisa renovar o guarda-roupa – tudo isso é uma motivação para passar uma tarde no shopping e sair carregada de sacolas.

Então ela decide pegar o ônibus ou levar o seu carro para passear, e muita, muita disposição para “bater pernas”. Nessas horas a comunicação e o marketing fazem uma grande diferença, desde a disposição das peças no ponto de venda (PDV) até o atendimento. Nem sempre o preço é empecilho, dependendo do produto/serviço.

A vitrine é o cartão de visitas quando apresenta uma variedade de peças sem deixar a loja poluída. Elas entram no local com uma ansiedade comum das mulheres, é o espírito consumista que toma de conta dos seus instintos e decisões de compra. Adoram quando as deixam à vontade na procura pela roupa ou acessório ideal. E fica impressionada quando surge alguma vendedora atenciosa. As mulheres prezam o bom atendimento, e num dia desse o que mais precisam é de atenção.

Mesmo que a conta tenha sido superior ao que pretendia gastar, ela paga porque achou o que procurava e foi bem atendida. Primar pela boa relação com as clientes e deixá-las satisfeitas, mesmo que não comprem nada, é uma das melhores ações de marketing – um dia elas voltarão e vão estourar o cartão de crédito.

Cada sacola é uma vitória e um sorriso no rosto, principalmente quando estão de bom humor. É comprovado: comprar deixa a mulher mais leve, mais feliz. Pode-se comparar a uma “rapidinha” com aquele amigo ou conhecido num dia qualquer da semana para sair da rotina, algumas até se arrependem horas depois, mas na hora foi a melhor transação do mundo. Em um dado momento esquecem e até programam outra saidinha – ao shopping.

A comunicação com este tipo de mulher deve ser singular, clara e objetiva. As vendedoras que tentam enrolar ou estão de “cara amarrada” são deixadas falando sozinhas, e dividir a atenção entre duas ou mais freguesas é a gota d’água. Ainda que não estejam com pressa, não estão ali para perder tempo e outras oportunidades de compra. É válido observar a diferença entre as mulheres que saem para passear e acabam comprando uma coisinha ou outra, daquelas que vão efetivamente comprar. É fácil identificar uma consumidora em potencial e se a comunicação é sem floreios é fácil torná-la uma cliente fiel.

É um público com características únicas: são pensativas quando param em frente a uma vitrine, são rápidas nas escolhas e por vezes muito indecisas. Por vezes pensam que poderiam investir melhor aquele dinheiro, mas quem está na chuva é para se molhar. São engraçadas e compartilham de experiências pessoais e/ou profissionais com as atenciosas vendedoras. Por isso a oportunidade de torná-la a melhor amiga da loja ou marca, converse: essa é a dica.

Sejam as mais modernas, as ‘antenadas’ com as estratégias de marketing, as mais hippies, as patricinhas, as ‘bichos-grilo’, as mães, as vovós, as meninas, as plugadas, as emos, as revoltadas com o consumo alheio – mulher gosta de gastar, ainda que seja com aquele livro de romance policial que tanto queria. Para conquistar uma mulher a comunicação e as estratégias de marketing devem ser envolventes, de tal modo que a rapidinha se transforme em um amor para vida toda.

O Sistema 8P’s

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Alexandro Bernhardt, professor e PhD, entende que 4 P’s de marketing já não são mais suficientes para entender o mercado. Neste contexto, o referido professor concorda com Francisco Madia, que em seu livro Introdução ao Marketing de 6ª Geração, explana que durante 25 anos as matrizes convencionais do marketing, proposto por Jerome McCarthy em 1960, consideraram apenas os 4P’s. Atualmente, aos quatro determinantes de marketing foi agregado mais quatro, processo que possibilitou evolução e amadurecimento dos primeiros.

O sistema 8P’s é visto na atualidade como o mais moderno e completo, passando a ser denominado pelos profissionais de marketing como as ferramentas mercadológicas, ou mix de marketing, ou composto de marketing (MADIA). Bernhardt afirma que é preciso desenvolver e planejar o sistema, com cuidado e atenção para a elaboração do Planejamento Estratégico de Marketing.

São eles:

Produto (Product)
Refere-se ao desenvolvimento do composto do produto, ou seja, todas as características que envolvem o produto a ser comercializado no mercado, levando em consideração as boas condições do produto, opções de modelos e design, utilização.

Preço (Price)
Refere-se ao valor cobrado por um produto ou serviço disponível no mercado. A formulação de um preço deve considerar três fatores: o custo, a concorrência e o consumidor, não podendo estar muito acima nem muito abaixo dos preços praticados no mercado.

Distribuição (Place)
Refere-se às atividades de logística do produto, ou seja, todas as ações de responsabilidade do trajeto do produto da saída da linha de produção até a chegada ao consumidor final. A distribuição leva o produto certo ao lugar certo, por meio dos canais de distribuição adequados.

Promoção (Promotion)
Refere-se às estratégias de comunicação do produto no mercado, mais conhecida como composto de comunicação, pois uma empresa administra um complexo de comunicação integrada de marketing: propaganda, publicidade, venda pessoal, merchandising, promoção de vendas, promoção de eventos e relações públicas.

Fornecedores (Providery)
Refere-se ao relacionamento estreito que a empresa deve ter com seus fornecedores, de forma a garantir a qualidade do produto final, informações de tecnologias e avanços da área, além de agilidade na entrega e preços competitivos.

Pessoas (People)
Refere-se ao relacionamento que a empresa deve ter com os diversos públicos com os quais mantém alguma comunicação, os quais participam direta ou indiretamente com o resultado final da comercialização do produto. São as atividades de endomarketing e marketing integrado, geralmente de responsabilidade do relações públicas, pois está voltado para o lado institucional da empresa.

Proteção (Protection)
Refere-se à consciência sobre questões legais, não só de marca e produto, como proteção ambiental e outras questões sociais que impactam na imagem da empresa.

Pós-venda (Post Place)
Refere-se à preocupação da empresa no acompanhamento do comportamento do consumidor após a compra. A responsabilidade da empresa com o cliente começa a partir do momento que ele toma a decisão de compra do produto.

De alguma forma estamos em comunicação direta com os novos “P’s”, no entanto não a ponto de considerarmos importante na confecção do Planejamento Estratégico de Marketing. Desta forma, é possível observarmos o quão imperativo é abordar o composto de marketing com pensamento sistêmico, para que vejamos a floresta ao invés de vermos apenas as árvores.

Perceber e criar oportunidades

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Raros são os momentos em que oportunidades batem em nossa porta. Por isso, é preciso atenção para entender, filtrar e interpretar as informações que recebemos. Além das oportunidades pessoais e das lições que encaramos um pouco a cada dia, as oportunidades profissionais são as mais percebidas. Mais do que perceber uma oportunidade, é preciso criá-las

Nem todo mundo é capaz de aproveitar uma oportunidade, mesmo que seja percebida. Geralmente é por medo, falta de tempo e, na maioria das vezes, por comodismo. Certa vez, um antigo chefe transmitiu um conhecimento, além dos muitos que transmitiu  justamente sobre criar oportunidades. Na hora percebi a oportunidade que deixei passar, mas não perdi a oportunidade de criar outras, e me dei bem.

Confesso que nunca fui tão observadora como agora. Desatenta e distraída deixei de medir esforços para aproveitar o que estava na minha frente. Mas com o tempo compreendi a importância de observar tudo o que ocorre ao redor, principalmente quando lidamos com gestão administrativa, marketing e financeiro. Nem tudo é inútil quando a tarefa é tomar decisões, e as circunstâncias proporcionam argumentos, informações e conhecimentos para não errar no ponto.

Se prestarmos bem atenção, as oportunidades estão presentes em qualquer lugar e se nos prepararmos podemos criá-las o tempo todo, é só deixar o comodismo de lado e manter a visão sistêmica. Não é possível viver e pensar isoladamente, sabe-se disso, mas muitas vezes nos deparamos com pessoas de mente fechada e que não compreendem a influência que o mundo tem sobre nós e sobre nossas decisões.

Mario Persona, palestrante, autor e consultor de comunicação e marketing, em um artigo publicado no Administradores, defende que o melhor planejamento é manter sempre um pensamento estratégico de abordagem de mercado e de detecção de oportunidades, lembrando destas três atividades: detectar, analisar e atender.

Toda oportunidade detectada precisa ser analisada com o intuito de observar os recursos e o tempo disponíveis para a execução, a disponibilidade para mudar e, também, é preciso considerar a necessidade de mudar ou de concretizar uma oportunidade. Tudo deve ser medido sistematicamente para que não haja frustração e para que o risco seja próximo à zero, e claro: resulte em sucesso.

Criar oportunidades é estar preparado para a “guerra”, realizar cenários é criar oportunidades. Quando me refiro à guerra, compreendo que estamos em estado de guerra o tempo todo, uma guerra que não tem perdedores ou vitoriosos, mas pensadores que planejam juntos, seja no ambiente de trabalho, em casa, em uma equipe de trabalho ou numa “conversa de boteco”.

Perceba, instigue o pensamento de outras pessoas, apresente, proporcione, aprenda, transmita, crie – são as palavras-chave para um profissional de sucesso. Abra as portas, mas também construa.

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